Venny Soldan-Brofeldt

Artist, sculptor, and jewelry designer.

30 dias de Faith No More, dia 5

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Quando falam em Faith No More, o primeiro integrante que geral pensa é… Mike Patton.

Mas esse post não é sobre ele, Mike é o cara, é o vocalista, é carismático, etc e tal, mas sobre ele vou escrever daqui uns dias. Apesar do Faith No More ser uma banda sem dono, o cara que une os demais integrantes e que vou falar hoje é o baixista Billy Gould.

Billy começou a tocar baixo quando estudou, em Los Angeles, com Roddy Bottum. Sua primeira banda tinha como integrante Chuck Mosley. Quando mudou para San Francisco, Billy, conheceu Mike Bordin e Jim Martin. Todos esses nomes mais tarde integrariam o Faith No More.

Em 1979, Billy Gould formaria com o baterista Mike Bordin, o tecladista Wade Worthington (rapidamente substituído por Roddy Bottum), e o guitarrista/vocalista Mike “The Man” Morris, o Sharp Young Men, que seria rebatizado como Faith No Man em 1982, quando gravaram um single na garagem da casa dos pais do amigo e futuro produtor de álbuns do Faith No More, Matt Wallace. Gould, Bordin e Bottum deixaram a banda e formaram o Faith No More, sem vocalista e guitarrista fixos, até a entrada do vocal Chuck Mosley em 1983 e mais tarde o guitarra Jim Martin.


Um raro registro do Faith No Man em vídeo, com Billy Gould no baixo e Mike Bordin sem barba e dreads na bateria.

Billy Gould participou de diversos projetos, como a primeira formação do Brujeria, os supergrupos Shandi’s Addiction e Black Diamond Brigade. Também tocou com Wayne Kramer e o Fear Factory e produziu o álbum Vainajala do CMX.
Suas participações incluem gravações para a banda romena Coma, a produção de “Living Targets” para o grupo alemão Beatsteaks, produção para os eslovenos Elvis Jackson, e o álbum “7” para a banda de rock alemã Nocivo, no qual ele também excursionou o ano de 2007 como guitarrista.
Em 2007, Gould se juntou a banda Fear and the Nervous System, formada pelo guitarrista do Korn, James “Munky” Shaffer. A banda também possui o baterista do Bad Religion, Brooks Wackerman.
No mesmo ano, ele se juntou como baixista da nova banda de Jello Biafra The Axis of Evildoers (com nome atual de “Jello Biafra and the Guantanamo School of Medicine”) junto de Ralph Spight (Victim’s Family) na guitarra e Jon Weiss na bateria.
Em 2011, ele lançou um álbum experimental chamado “The Talking Book”, uma colaboração com Jared Blum. Em 2012, ele colaborou com Charles Hayward de This Heat e Mads Heldtberg no projeto House of Hayduk.
Mais recentemente, ele contribuiu na produção da trilha sonora para o documentário “A Arte Sequencial”, do diretor norueguês Espen J. Jörgensen.

Além de todo esse Wikipedia Ctrl+C, Ctrl+V (desse bloco de cima eu só conhecia o The Talking Book, que inclusive veio tocar aqui em São Paulo e não fui ver porque achei bem, digamos, experimental demais), você precisa saber que ele co-produziu os dois últimos álbuns do Faith No More, o Album of The Year, 1997, e o Sol Invictus, 2015.


Entrevista do Billy ao Dynamite online e trechos da apresentação do The Talking Book no SESC Belenzinho.

PS: Billy com a camisa do Verdão em 1995
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Uma resposta a “30 dias de Faith No More, dia 5”

  1. Avatar de 30 dias de Faith No More, dia 9 | Dibre Do Vaca

    […] já disse no post sobre Billy Gould, Mike Bordin participou do Faith No Man, que viria a ser um embrião do Faith No […]

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