
Foram 500 e não sei quantos quilômetros de rodovias, durante a madrugada cortando dezenas de cidades do interior do estado o ônibus levava cerca de 30 pessoas, cansadas, dormindo. Pelas cidades milhões de outras pessoas dormiam, mas uma parte delas perdia o sono, humilhadas, sofridas, irritadas, preocupadas e procurando respostas, não desculpas.
Mais uma vez humilhados com os resultados, os torcedores palmeirenses são mais uma vez tratados com descaso pelos dirigentes, nenhuma atitude é tomada, o presidente ninguém sabe, ninguém viu, aí cabe ao terceiro treinador em pouco mais de um ano, com 4 derrotas em 4 jogos falar e solta a infeliz declaração que esse não é um “super time”.
Mas, o que ele desconhece, é que (salva as exceções) o torcedor palmeirense sabe que esse não é um “super time”. SUPER TIMES (com maiúsculas, não aspas), Sr. Cuca, foram aqueles dos anos 90 que o Palmeiras montou, por coincidência ou não, após sua saída.
Não quero me alongar, por isso só vou deixar duas observações:
– Precisa “super time” para ganhar de Água Santa, Red Bull, Audax, Ferroviária, Linense, Oeste e São Bento?
– Maiores patrocínios do país, salários em dia (que nem deveria ser argumento, mas no futebol brasileiro é), estádio novo com belos vestiários, enfim, estrutura das melhores do Brasil e resultados pífios. Até quando?

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