
Fechando a série de posts com participação do amigos, Fábio Vanzo manda um papo reto:
Falling To Pieces era meio pentelha. Epic eu gostava mais do final inesperado com piano. From Out Of Nowhere eu não lembro o que achava. Mas a voz do Mike Patton era bem RANHETA (como bem definiu a Bizz à época) nessas músicas (mais na pegada Chuck Mosley), e o som ainda tinha muito de funk-metal (estava na moda), coisa que eu sempre achei bem chata.
Só quando ouvi Zombie Eaters e The Real Thing que eu percebi o potencial metaleiro-atmosférico da banda e do vocal do Mike Patton. Não entendi muito o Angel Dust na época (normal, disco de transição), apesar de ter curtido Caffeine de cara, e devo ter virado fã mesmo com o King For A Day Fool For A Lifetime. Nem o morno Album Of The Year (ainda que tenha a fodelona Last Cup Of Sorrow) diminuiu meu entusiasmo.
Estive no Maquinaria (um dos grandes shows da minha vida) e no SWU, em ambos com pessoas que estarão no #BONDE da quinta-feira. O disco novo tá lindão, tá maduro, tá digno, e o show com certeza será foda, será muito foda. No palco em no público. 🙂

Deixe um comentário