
O sábado mal tinha ido embora e o celular tocou, um mistura de sono, cansaço da semana no hospital cuidando do meu pai, inocência e esperança me guiou até a casa da minha mãe, tudo desabou quando naquela madrugada de 5 de agosto de 2007, ao abrir a porta, minha irmã me falou o que eu não queria ouvir.
Neste dia eu morri um pouco.
Hoje, 8 anos depois, eu morro mais um pouco, desta vez porém, além da minha inocência e esperança, todos saem vivos.

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